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EliteMotor – Fórmula 1, Automobilismo

Quarta-feira, 03 de junho de 2026
São Paulo-SP, Brasil

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Comissão da F1 não alcança consenso sobre divisão 60 40 para motores 2027

A Comissão da Fórmula 1 não alcança consenso sobre a divisão 60 40 para os motores que devem vigorar em 2027. A proposta prevê dar maior destaque ao motor de combustão interna em comparação com as regras já anunciadas. A FIA havia comunicado um acordo em princípio antes do GP do Canadá, mas a definição de pontos-chave fica pendente em Montreal.

O que a Comissão discute

Os membros debatem como repartir a ênfase entre motor elétrico e motor a combustão no novo regulamento. Além disso, eles analisam implicações técnicas e operacionais. Vale destacar que as equipes e fornecedores apresentam opiniões distintas sobre custos e complexidade. Dessa forma, a votação não resulta em uma posição unificada.

Impacto para fabricantes e equipes

Fabricantes avaliam os efeitos da divisão 60 40 em desenvolvimento e homologação. Algumas equipes defendem clareza imediata para planejar investimentos. Por outro lado, fornecedores pedem mais tempo para ajustar projetos. Consequentemente, a indefinição afeta prazos de engenharia e calendário de testes.

Posição da FIA e próximos passos

A FIA informou que existe um entendimento preliminar sobre mudanças nos regulamentos para 2027, mas reconhece a necessidade de mais discussões. Assim, o assunto volta à pauta em encontros futuros. Logo, a Comissão busca conciliar interesses para chegar a um texto final que agrade equipes e reguladores.

Repercussão no calendário e na comunicação

Promotores e patrocinadores acompanham o tema com atenção, pois a regra impacta imagem e estratégia esportiva. Ainda assim, a organização garante que o calendário não sofre alterações imediatas por causa das negociações. Por sua vez, as equipes mantêm comunicação ativa com a FIA para obter orientação técnica.

Conclusão sobre o debate

Em síntese, a Comissão da F1 não define a divisão 60 40 nesta rodada de reuniões. Portanto, as discussões continuam e novas reuniões devem ocorrer para fechar o formato definitivo. Assim, a comunidade da Fórmula 1 acompanha os próximos passos em busca de uma solução que equilibre desempenho, sustentabilidade e custo.

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