O chefe da Mercedes Toto Wolff afirma que a russell confiança carro foi o principal motivo para o desempenho fraco de George Russell na qualificação do GP de Mônaco. Wolff destaca que o britânico mostrou ritmo nas atividades de pista, mas não repetiu o desempenho no treino oficial.
O que Wolff relata sobre o comportamento do carro
Wolff explica que a equipe identifica sinais de insegurança do piloto em curvas mais lentas. Dessa forma, o piloto muda a abordagem e perde ritmo. Além disso, Wolff diz que a equipe tenta ajustar o carro, mas a confiança não volta de imediato.
Impacto na estratégia da equipe
A Mercedes avalia alternativas para recuperar a performance de Russell nas próximas sessões. Consequentemente, a equipe discute ajustes de acerto e configurações. Por sua vez, a confiança do piloto aparece como elemento central para retornar ao rendimento esperado.
Comparação com sessões anteriores
Russell havia mostrado sinais positivos na sessão final de treinos em Mônaco. No entanto, a transição para a qualificação não ocorreu como previsto. Assim, Wolff destaca que a equipe precisa entender a origem da perda de confiança no carro para evitar repetição dos problemas.
Reações do piloto e próximos passos
O próprio Russell admite que não encontrou a referência ideal durante as voltas decisivas. Logo, ele e os engenheiros trabalham juntos para recuperar sensações. Ainda assim, Wolff pede paciência e foco no trabalho técnico para as próximas corridas.
Conclusão sobre o desempenho em Mônaco
Em resumo, Wolff confirma que a perda de confiança no carro influenciou diretamente a qualificação de Russell. Portanto, a equipe segue dedicada a resolver o problema e a devolver segurança ao piloto nas próximas etapas da temporada.