Leopard desqualificado aparece como manchete nesta sexta-feira. A equipe responde à decisão que afeta Adrian Fernandez. Os fiscais de prova consideram que a equipe abriu dois motores sem autorização. A medida resulta na desqualificação do piloto nas seis primeiras corridas de 2026.
Como os fatos vieram à tona
Os fatos vieram à tona na véspera do Grande Prêmio da Hungria. Os fiscais realizam checagens de rotina motivadas por acionamento do fornecedor. As inspeções detectam sinais de abertura nos motores da moto de Fernandez. Consequentemente, os comissários aplicam a penalidade que exclui o piloto das primeiras provas do ano.
Posição oficial do time
A equipe publica uma nota em que nega irregularidades intencionais. Leopard afirma que busca esclarecer todos os pontos apontados pelos fiscais. A equipe promete colaborar com a investigação e fornece documentações técnicas. Dessa forma, Leopard tenta reverter ou atenuar a sanção aplicada.
Implicações esportivas e técnicas
A desqualificação atinge diretamente a campanha de Fernandez no campeonato. Além disso, o caso levanta dúvidas sobre procedimentos de manutenção e controle de peças. As partes envolvidas pedem celeridade na apuração para restabelecer a normalidade. Vale destacar que a decisão dos comissários segue regras estritas do regulamento.
Próximos passos no processo
As autoridades esportivas mantêm o processo aberto enquanto colecionam evidências. Leopard apresenta defesa formal e espera julgamento com base em provas técnicas. Por sua vez, o piloto acompanha o caso e mantém foco na recuperação esportiva. Assim, as próximas etapas definirão possíveis recursos ou confirmações da penalidade.
O desfecho do caso deve influenciar não só a classificação do campeonato, mas também as práticas de controle de motores nas equipes de Moto3.