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EliteMotor – Fórmula 1, Automobilismo

Quarta-feira, 24 de junho de 2026
São Paulo-SP, Brasil

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Krack admite AMR26 fraco e aponta déficit de motor Honda como fator

Mike Krack admite que o AMR26 fraco deixou a equipe sem ilusões após as etapas em Mônaco e Barcelona. O chefe do time afirma que as duas pistas tão distintas revelam limitações claras do carro. Ele ressalta que o problema principal continua sendo o déficit do motor Honda.

Análise das corridas em pistas diferentes

Em Mônaco, a equipe espera estabilidade mecânica e eficiência aerodinâmica. No entanto, o AMR26 fraco não responde como o esperado nas curvas lentas. Consequentemente, os pilotos perdem tempo nas sequências mais técnicas.

Em Barcelona, pista com longas retas e demandas por potência, o déficit do motor Honda fica mais evidente. Assim, a equipe enfrenta dificuldades para acompanhar rivais em aceleração e velocidade final. Krack observa que os resultados não mudam apesar das diferenças entre os circuitos.

Impacto no desenvolvimento do carro

Aston Martin planeja atualizações, porém Krack adverte que a margem de melhoria depende da unidade de potência. Portanto, a equipe foca ajustes aerodinâmicos e de equilíbrio. Ainda assim, a limitação da Honda reduz ganhos potenciais em corrida.

Krack explica que a equipe trabalha em soluções em várias frentes. Por sua vez, os engenheiros testam afinações de suspensão e acerto de asa. Dessa forma, buscam extrair o máximo do chassi diante da limitação de potência.

Repercussão entre pilotos e estratégia

Os pilotos relatam perda de performance comparada aos rivais. Assim, a equipe adapta estratégias de corrida para compensar no pit stop e na escolha de compostos. Logo, a gestão de pneus assume papel crucial nas corridas em que o motor limita velocidade.

Krack mantém expectativa realista sobre os próximos GPs. Ele reconhece que soluções imediatas são improváveis sem progresso no motor. Ainda assim, a equipe promete trabalho contínuo para reduzir a diferença.

Caminho à frente

Aston Martin continua avaliando dados e prioriza medidas com maior retorno. Assim, o time negocia melhorias com o fornecedor de unidade de potência. Além disso, a equipe segue investindo em aerodinâmica e configuração do carro.

Krack conclui que a combinação de esforços internos e avanços no motor definirá a evolução do AMR26. Portanto, só com ambos os fatores a equipe espera recuperar posições no pelotão.

Resumo final

Krack admite que o AMR26 fraco limita a performance da equipe, e aponta o déficit do motor Honda como causa central. Dessa forma, Aston Martin concentra esforços em afinações e em diálogo com o fornecedor de motor para tentar encurtar a distância para os rivais.

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