Gabriel Bortoleto afirma que a Audi perderia desempenho se não enfrentasse o déficit de motor nesta temporada de estreia na Fórmula 1. O piloto brasileiro avalia que o problema principal recai sobre a velocidade em reta. Dessa forma, ele coloca a falta de potência como a maior limitação do time.
Confiança no chassi
Bortoleto cita confiança no chassi da equipe. Ele acredita que o projeto de suspensão e aerodinâmica responde bem nas curvas. Por sua vez, o piloto aponta que os resultados atuais não refletem plenamente a capacidade do carro. Assim, ele sugere que apenas a unidade motriz impede combates constantes pela frente do grid.
Impacto nas corridas
O brasileiro explica que a perda de performance em retas causa dificuldades nas disputas. Consequentemente, a equipe sofre para defender posições em trechos de alta velocidade. Além disso, ele ressalta que a deficitária velocidade máxima atrapalha estratégias de ultrapassagem. Logo, isso limita o potencial competitivo nas provas.
Perspectivas e implicações
Bortoleto avalia que, com maior potência, a Audi brigaria na ponta em várias etapas. Vale destacar que ele não inventa soluções técnicas nem anuncia mudanças. Ele apenas expressa sua convicção sobre o conjunto do carro. Por outro lado, a importância da evolução da unidade motriz permanece como ponto-chave para o avanço.
Conclusão
Em suma, Gabriel Bortoleto mantém que a Audi dispõe de chassi capaz de mais, mas que o déficit de motor contamina os resultados. Assim, a recuperação de competitividade depende diretamente de ganhos na potência. Dessa forma, o piloto brasileiro encerra sua avaliação com confiança no potencial do time e na necessidade de melhorias na unidade motriz.