A Red Bull esperava que o Hungaroring oferecesse melhor oportunidade que Silverstone e Spa. A equipe considerava que as limitações no sistema elétrico da unidade de potência se exporiam menos no circuito húngaro. Dessa forma, a expectativa era de desempenho mais equilibrado neste GP.
Sessões de sexta-feira complicam planos
As sessões de sexta-feira, no entanto, provaram ser desafiadoras. Parte da dificuldade veio da condição da pista. Além disso, as características do asfalto reduziram a aderência e aumentaram a variação de comportamento dos carros. Consequentemente, os trabalhos de acerto exigiram mais tempo do que o previsto.
Impacto na preparação da equipe
Mesmo com plano ajustado, a equipe teve de rever algumas configurações. Por sua vez, a leitura dos engenheiros sobre os dados exigiu mais cautela. Assim, os pilotos e a direção de prova se concentraram em encontrar equilíbrio entre performance e durabilidade do carro.
Reações e próximos passos
Os responsáveis pela equipe afirmam que vão aprofundar a análise dos registros de telemetria. Ainda assim, a prioridade agora é otimizar o acerto para as próximas sessões. Logo, a meta passa a ser melhorar a tração e minimizar os efeitos ligados à unidade de potência.
O que esperar para o restante do fim de semana
Vale destacar que o Hungaroring costuma favorecer ajustes finos em vez de grandes atualizações. Portanto, a Red Bull deve focar em soluções de pista e na interpretação dos pneus. Assim, a expectativa é que as voltas de qualificação mostrem se as correções surtiram efeito.
Conclusão
Em resumo, a Red Bull entrou no fim de semana com esperança de reagir frente aos desafios de Silverstone e Spa. Contudo, a sexta-feira trouxe complicações por causa da superfície e de aspectos da unidade de potência. Dessa forma, a equipe agora busca respostas rápidas para recuperar a competitividade no Hungaroring.