O diretor técnico da McLaren, Neil Houldey, admite que a equipe fica desapontada por não ter identificado a asa traseira invertida tão rápido quanto a Ferrari. Houldey afirma que a equipe observa a evolução do conceito e trabalha para trazer sua própria solução.
Contexto da mudança nas regras
As equipes da Fórmula 1 adaptam-se ao novo regulamento de 2026 que abre espaço para diferentes interpretações aerodinâmicas. Dessa forma, surgem soluções inovadoras como a asa traseira invertida. A Ferrari adotou o conceito de forma pioneira, o que acelerou o debate técnico entre os concorrentes.
McLaren desenvolve sua versão
Houldey confirma que a McLaren desenvolve uma versão própria da asa traseira invertida e planeja introduzi-la após o recesso de verão. A equipe estuda combinações de eficiência aerodinâmica e estabilidade para não comprometer o equilíbrio do carro.
Estratégia técnica e competitividade
A McLaren avalia dados de túnel de vento e simulações para validar o conceito. Além disso, a equipe prioriza testes que comprovem ganhos reais em voltas de corrida. Assim, a introdução ocorrerá apenas quando os engenheiros considerarem a solução segura e competitiva.
Impacto na temporada
A adoção da asa traseira invertida pode alterar a dinâmica entre as equipes. Por sua vez, a McLaren busca reduzir a diferença para adversários que já implementaram a peça. Logo, os próximos meses serão decisivos para verificar efeitos em desempenho.
Expectativa para o pós-recesso
Portanto, a McLaren entra no recesso com foco no desenvolvimento e com a intenção de voltar mais competitiva. Vale destacar que a equipe prefere uma implementação segura em vez de uma solução precipitada. Dessa forma, a temporada segue aberta a novas surpresas técnicas.