Carlos Ezpeleta, vice-CEO recém-nomeado da MotoGP, afirma que a categoria trabalha para manter o GP do Catar no calendário de 2026. Ele destaca que a organização acompanha de perto a situação no Oriente Médio e que mantém diálogo com todos os envolvidos.
Impacto do conflito no planejamento
Ezpeleta afirma que uma das grandes questões da temporada atual é a composição do calendário de 2027. Por sua vez, ele reconhece que o conflito na região pode afetar a realização da etapa no Catar agendada para este ano.
Negociações e alternativas
A direção da MotoGP negocia alternativas e avalia cenários para minimizar riscos. Além disso, a entidade mantém contato com promotores locais e autoridades para buscar soluções viáveis.
Calendário 2027 em avaliação
Ezpeleta revela que a definição do calendário de 2027 segue como prioridade. Consequentemente, a organização considera fatores logísticos e de segurança antes de confirmar as provas futuras.
Transparência com equipes e fãs
A MotoGP informa equipes e parceiros sobre os desenvolvimentos e consolida planos de contingência. Assim, a categoria busca preservar a previsibilidade esportiva e garantir segurança para pilotos e público.
Próximos passos
Ezpeleta afirma que a decisão final sobre o GP do Catar depende de negociações em curso. Logo, a confirmação ou reprogramação poderá surgir quando houver consenso entre as partes.
Por fim, a organização da MotoGP segue monitorando os desdobramentos no Oriente Médio e trabalhando para assegurar a realização das etapas conforme o planejado, sempre priorizando a segurança e a viabilidade logística.