Marc Márquez afirma que a falta de velocidade no fim de semana do GP da Áustria decorre do tipo de carcassa traseira que a Michelin disponibilizou para o Red Bull Ring. O piloto responsabiliza o pneu por boa parte da perda de rendimento.
Contexto recente de desempenho
Após conquistar vitórias duplas consecutivas em Aragão e Misano, Márquez chega ao circuito austríaco em situação distinta. O piloto da fábrica Ducati vive um fim de semana difícil. Ele não entra na disputa por pole position nem pela vitória da sprint no sábado.
Impacto nas sessões
A diferença no comportamento da traseira altera a curva de confiança do piloto e a estratégia de ajuste da moto. Dessa forma, a equipe enfrenta limitações na busca por equilíbrio entre aderência e estabilidade. Márquez tenta encontrar soluções, mas a mudança de rendimento continua visível.
Reação da equipe e expectativas
A equipe técnica analisa os dados coletados nas sessões para identificar respostas rápidas. Além disso, os engenheiros testam alternativas de configuração para compensar o comportamento do pneu. Ainda assim, as margens de ajuste permanecem reduzidas no traçado austríaco.
O que vale destacar sobre o Red Bull Ring
O circuito exige acelerações fortes e mudanças rápidas de direção. Por sua vez, essas características ressaltam limitações de estabilidade traseira quando o pneu não responde como o previsto. Logo, qualquer variação na carcassa impacta diretamente o ritmo de volta.
Desfecho do fim de semana
Márquez segue trabalhando com a equipe para minimizar efeitos e buscar o melhor resultado possível. Consequentemente, as próximas sessões ganham importância para ajustar a moto. Dessa forma, a expectativa recai sobre a capacidade de adaptação diante da mudança no material fornecido pela Michelin.