Massimo Rivola, diretor da Aprilia, e Gigi Dall’Igna, chefe da Ducati, participam de coletiva antes do GP da Indonésia. Eles respondem a questionamentos sobre a troca para motores 850cc prevista para 2027. Ambos dizem que a decisão permanece correta. Eles pedem calma e mais dados antes de tirar conclusões.
Argumentos técnicos e postura diplomática
Rivola afirma que a mudança para 850cc busca equilíbrio entre espetáculo e segurança. Dall’Igna concorda que o objetivo inclui reduzir custos e simplificar a complexidade técnica. Eles destacam que as primeiras impressões não definem o resultado final. Assim, apontam a necessidade de testes adicionais em pistas variadas.
Velocidade nas curvas ainda em avaliação
Os chefes admitem que algumas voltas recentes mostram números de velocidade que geram debate. No entanto, eles dizem que variáveis como aerodinâmica, aderência dos pneus e configuração das equipes influenciam os dados. Logo, a avaliação técnica precisa considerar todas essas variáveis. Dessa forma, nenhuma conclusão definitiva aparece por ora.
Impacto nos custos e no espetáculo
Dall’Igna argumenta que a adoção do 850cc visa conter gastos que aumentam a barreira de entrada para equipes. Rivola acrescenta que a medida também pretende manter disputas mais próximas nas corridas. Por sua vez, ambos reconhecem que o regulamento precisa acompanhar a evolução das motos e das pistas.
Próximos passos e cronograma
As fábricas planejam intensificar ensaios nas próximas temporadas. Eles confirmam cronograma técnico para 2027 e prometem relatórios contínuos sobre desempenho. Ainda assim, Rivola e Dall’Igna ressaltam que o diálogo com a categoria permanece aberto. Consequentemente, ajustes continuam possíveis conforme nova informação surgir.
Conclusão
Aprilia e Ducati mantêm defesa clara da mudança para 850cc. Eles pedem paciência e mais testes antes de avaliar resultados. Assim, tentam neutralizar críticas sobre velocidade nas curvas e afirmam que o processo evolui com dados e diálogo entre equipes, pilotos e reguladores.