Lucio Cecchinello, chefe da equipe LCR e presidente da associação de equipes IRTA, defende o novo formato de qualificação do MotoGP para 2027.
Ele afirma que a redução na disponibilidade de pneus altera a dinâmica das sessões.
Menos pneus reduz a tensão nas sessões
Cecchinello explica que equipes e pilotos dispõem de menos conjuntos de pneus.
Por essa razão, ele diz que o formato remodelado não resulta em riscos extras.
Além disso, ele aponta que a limitação de pneus força escolhas estratégicas.
Formato pode aumentar o componente tático
O dirigente afirma que as escolhas de pneus tornam as sessões mais interessantes do ponto de vista tático.
Consequentemente, as equipes avaliam melhor o momento certo para sair à pista.
Assim, a disputa por volta rápida pode ganhar outra camada de planejamento.
Contexto do debate sobre as mudanças
O novo formato de qualificação tem gerado debate entre times e fãs.
Durante uma entrevista ao world feed na quinta-feira, Cecchinello ofereceu sua visão.
Por sua vez, ele lembrou que a segurança e a equidade também influenciam a decisão.
Impacto nas corridas e na preparação
Cecchinello acredita que as equipes adaptarão seus planos de preparação para o fim de semana.
Logo, a estratégia de treino e escolha de pneus deve ganhar mais importância.
Vale destacar que essas mudanças podem alterar a forma como os pilotos atacam a classificação.
Conclusão sobre o futuro das qualificações
Em resumo, Cecchinello defende que o novo formato traz menos perigo do que alguns preveem.
Além disso, ele afirma que a limitação de pneus tende a enriquecer o aspecto estratégico do fim de semana.
Dessa forma, o dirigente reforça que a reforma pode beneficiar o espetáculo e a segurança nas sessões de qualificação.