Carlos Ezpeleta, vice-CEO do MotoGP, afirma que o novo circuito de Madrid não serve para as corridas de motos. Ele esclarece que a pista atual atende à Fórmula 1, mas não reúne condições ideais para a categoria de duas rodas. Dessa forma, o dirigente evita expectativas de adaptação imediata da pista madridista.
Cautela sobre calendários e tipos de pista
Ezpeleta também destaca que os fãs não devem esperar uma onda de circuitos no estilo de Adelaide no calendário. Assim, ele limita comparações diretas entre propostas diferentes. Por sua vez, o dirigente ressalta a necessidade de avaliar cada traçado segundo critérios técnicos e de segurança específicos do MotoGP.
Mudança de propriedade e estratégias
O MotoGP prepara-se para explorar novas iniciativas após a aquisição pela Liberty Media. A empresa americana assumiu o controle do MotoGP. No entanto, Ezpeleta deixa claro que qualquer expansão ou mudança no calendário seguirá regras rigorosas. Portanto, a prioridade continua sendo a segurança dos pilotos e a adequação das pistas.
Foco em segurança e adequação técnica
Ezpeleta lembra que pistas usadas pela Fórmula 1 podem não atender à dinâmica das motos. Logo, fatores como runoff, perfil de curvas e infraestrutura recebem atenção especial. Além disso, a organização exige estudos e possíveis alterações antes de autorizar um evento de MotoGP em locais novos.
Expectativa para o futuro
O MotoGP demonstra interesse em ampliar mercados e atrair novos públicos. Ainda assim, a direção mantém critério técnico ao avaliar propostas. Consequentemente, pistas que não cumpram requisitos não entram no calendário, mesmo que atraiam multidões ou investimento comercial.
Em suma, Ezpeleta confirma que o circuito de Madrid não serve para MotoGP no formato atual e que a categoria seguirá criteriosa ao considerar novos tipos de circuito e mercados.