Alex Marquez afirmou que falta 20 por cento no desempenho da Ducati rumo à MotoGP de 2026, avaliação que explica seu começo contido na temporada atual. Mesmo recebendo a mesma especificação de fábrica que outros nomes do time, o piloto da Gresini sente a necessidade de evolução para competir regularmente pelo pódio.
Desempenho e sensação na pista
O espanhol relatou que algumas corridas parecem uma batalha pela sobrevivência, expressão que traduz a frustração com resultados e a pressão por pontos. Apesar das possibilidades técnicas, Marquez tem somado resultados modestos, o que evidencia uma lacuna entre potencial e entrega nas pistas.
Comparação com companheiros
A Ducati forneceu para Marquez a mesma moto de fábrica utilizada por nomes como Marc Marquez, Francesco Bagnaia e Fabio di Giannantonio, mas as diferenças de adaptação e acerto têm se refletido nas classificações. Essa disparidade alimenta a necessidade de ajustes finos no pacote da equipe.
Impacto na temporada
Com apenas 28 pontos acumulados até o momento, a trajetória de Alex Marquez ainda não corresponde às expectativas geradas pela máquina que pilota. A falta de ritmo consistente obriga a equipe e o piloto a buscar soluções que recuperem competitividade nas próximas etapas do calendário.
O que pode ser feito
Entre as soluções possíveis estão mudanças de acerto, trabalho em telemetria e adaptação do piloto ao comportamento do chassi e motor. A troca de referências com companheiros e o desenvolvimento de componentes específicos também figuram como caminhos para reduzir a diferença apontada por Marquez.
Perspectiva para 2026
O comentário de que falta 20 por cento sinaliza uma avaliação honesta sobre o atual estágio de evolução da moto rumo a 2026. A declaração também coloca em evidência o desafio de transformar um pacote promissor em desempenho repetível durante toda a temporada.
Conclusão e expectativas
A declaração de Alex Marquez sobre faltar 20 por cento na Ducati resume a busca por mais performance e consistência. Para o piloto e a Gresini, o foco será reduzir essa margem nos próximos Grandes Prêmios e reverter a sensação de sobrevivência em corridas por resultados mais ambiciosos.