Ayao Komatsu, diretor da equipe Haas, afirma que o time luta com orçamento apertado frente às equipes mais ricas. Ele diz que o grupo opera com recursos inferiores e que precisa de mais financiamento. Komatsu destaca a diferença em comparação com rivais que dispõem de orçamentos mais folgados.
Orçamento e o teto de 2026
Komatsu lembra que o teto orçamentário para 2026 fica em US$215 milhões. Ele ressalta que esse valor exclui os salários de todos os pilotos, além dos três profissionais mais bem pagos da equipe. Dessa forma, o montante também não considera outras gratificações que ficam fora do limite.
Impacto na competitividade da Haas
O chefe da equipe explica que a falta de verba limita o desenvolvimento técnico. Ele afirma que a equipe acaba competindo com as duas mãos amarradas em relação aos rivais. Por outro lado, Komatsu mantém a busca por parceiros e investimentos para reduzir essa desvantagem.
Busca por financiamento e caminhos possíveis
Komatsu declara que a Haas procura novas fontes de receita e patrocínios. Ele diz que o objetivo é elevar o orçamento até próximo do teto de 2026. Assim, a equipe pretende aumentar investimentos em engenharia e desenvolvimento aerodinâmico.
Consequências para a temporada
Os efeitos financeiros já aparecem na pista, segundo Komatsu. A equipe enfrenta limitações em atualizações e testes. Logo, essas restrições afetam diretamente o desempenho em treinos e corridas. Ainda assim, Komatsu mantém a meta de evolução gradual.
Perspectiva e conclusão
Komatsu conclui que alcançar mais verba representa passo essencial para a Haas. Portanto, ele reforça a necessidade de parceiros comerciais e patrocinadores. Dessa forma, a equipe busca equilibrar forças e competir de forma mais consistente nas próximas temporadas.