O ex-engenheiro de corrida da Ferrari Rob Smedley afirma que a estrutura da Haas impede a equipe de chegar ao grupo de ponta. Ele relaciona a questão à configuração do time desde a chegada à Fórmula 1 em 2016. Além disso, Smedley ressalta a dependência técnica que marcou os primeiros anos.
Parceria com Ferrari e efeitos no desenvolvimento
A Haas entrou na F1 em 2016 com forte apoio técnico da Ferrari. Essa estratégia permitiu à equipe economizar recursos e estrear de forma mais barata. No entanto, Smedley observa que a solução também trouxe limitações. Por outro lado, a abordagem reduziu a autonomia técnica da Haas.
Desempenho irregular e consequências
Segundo Smedley, a dependência contribui para desempenho irregular durante as temporadas. Assim, a equipe sofre para evoluir o carro no decorrer do campeonato. Dessa forma, a Haas tende a ficar atrás das equipes com estrutura própria de desenvolvimento.
O desafio de mudar a cultura e a logística
Para Smedley, mudar essa realidade exige revisão da cadeia técnica e de decisões internas. Além disso, a equipe precisa consolidar know-how em fábrica e pista. Consequentemente, a Haas teria que assumir mais responsabilidades no projeto do carro e na evolução ao longo do ano.
Impacto no futuro competitivo
O diagnóstico de Smedley levanta dúvida sobre a trajetória de médio prazo da Haas. Ainda assim, a equipe pode buscar alternativas para reduzir a dependência externa. Vale destacar que o debate mostra como escolhas iniciais afetam competitividade por anos.
Resumo da avaliação
Em suma, Smedley conclui que a estrutura atual da Haas não favorece a transformação em equipe de ponta. Por sua vez, a mudança exige investimentos e mudança de modelo técnico que nem sempre ocorrem de imediato. Portanto, a história da Haas na F1 segue marcada por limitações estruturais.