Lewis Hamilton lamenta a estratégia da Ferrari durante o treino classificatório do GP do Azerbaijão. O piloto afirma que a decisão da escuderia rival deixou-o sem o vácuo necessário nas voltas rápidas. Dessa forma, ele perde vantagem importante em uma pista onde o slipstream faz diferença.
Desempenho nas fases do treino
Hamilton lidera Leclerc por 0,100s no Q1, mas perde ritmo nas fases seguintes. No Q2 ele fica 0,257s atrás do companheiro e, no Q3, o déficit cresce para 0,495s. Assim, o rendimento do inglês piora com a progressão do treino. Vale destacar que a diferença cresce justamente quando o vácuo costuma influenciar as voltas.
Impacto do vácuo em Baku
O vácuo ajuda pilotos a ganhar décimos em retas longas como as de Baku. Hamilton explica que, sem a parceria de carros à frente, fica mais difícil melhorar o tempo. Logo, a ausência do slipstream compromete as tentativas de volta rápida. Por outro lado, a Ferrari pode ter priorizado outra tática na classificação.
Reação e cenário para a corrida
Hamilton manifesta frustração com a situação, porém mantém foco na corrida. Ele busca ajustar o acerto do carro e a estratégia para recuperar performance. Consequentemente, a equipe precisa avaliar o que ocorreu no treino para otimizar as próximas voltas em prova.
Em resumo, Hamilton aponta a estratégia da Ferrari como fator que o deixou sem vácuo no classificatório de Baku e que isso afetou seu desempenho ao longo das sessões. Ainda assim, ele segue concentrado para buscar reação na corrida.