Lewis Hamilton deixa de usar o simulador da Ferrari antes do GP do Canadá. Ele anuncia a mudança em maio. O piloto afirma que a correlação entre pista e ferramenta não era satisfatória. Dessa forma, ele decide não depender mais do equipamento para se preparar.
Motivos da mudança
Hamilton explica que a falta de correlação compromete a preparação. Ele informa que não conseguia reproduzir as sensações da pista no software. Portanto, o piloto opta por alternativas que considera mais eficientes. Essa postura demonstra foco em resultados práticos.
Impacto no trabalho com a equipe
A decisão acontece em conjunto com a equipe técnica, segundo o próprio piloto. Ele mantém o diálogo com engenheiros e analistas. Assim, Hamilton busca outras formas de simulação e preparação. Por sua vez, a Ferrari segue responsável por ajustar seus métodos.
Consequências para o calendário
Desde a decisão, Hamilton segue sem recorrer ao simulador de Maranello. Ele prepara as corridas com ferramentas que considera mais confiáveis. Além disso, o piloto concentra-se em treinos de pista e análises de dados reais. Logo, a mudança visa melhorar o desempenho nas corridas.
Repercussão e avaliação
Analistas observam que pilotos usam simuladores de maneiras distintas. Ainda assim, a declaração de Hamilton ressalta a importância da correlação entre software e realidade. Vale destacar que o piloto prefere métodos com retorno direto. Consequentemente, ele pretende maximizar eficiência da preparação.
Em resumo, Hamilton opta por não usar o simulador da Ferrari por entender que ele não oferece preparação adequada. Assim, ele adota alternativas e mantém interação com a equipe para buscar melhores resultados nas pistas.