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EliteMotor – Fórmula 1, Automobilismo

Quarta-feira, 24 de junho de 2026
São Paulo-SP, Brasil

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Acosta alerta que proibição do holeshot dianteiro cria risco nas largadas

Pedro Acosta alerta para um risco claro caso a categoria proíba apenas o holeshot dianteiro antes de retirar o dispositivo traseiro. O piloto expressa preocupação com mudanças graduais nas regras. Vale destacar que MotoGP já planeja acabar com dispositivos de ajuste de altura em 2027.

Contexto das mudanças nas regras

MotoGP anuncia a retirada total dos dispositivos de ride height para 2027. No entanto, a direção da categoria demonstra interesse em banir o holeshot dianteiro ainda antes dessa data. Acosta argumenta que essa medida pode gerar um descompasso técnico nas largadas. Além disso, ele aponta que a presença do dispositivo traseiro pode alterar a dinâmica de aceleração.

Risco técnico e operacional

Acosta explica que o holeshot dianteiro atua apenas nas largadas. Por sua vez, o dispositivo traseiro age durante toda a volta. Dessa forma, proibir apenas o componente frontal pode deixar equipes com soluções assimétricas. Consequentemente, isso aumenta o risco de instabilidade na trajetória inicial.

Impacto para pilotos e equipes

Equipes vão adaptar os carros conforme as normas. Ainda assim, pilotos como Acosta acreditam que mudanças parciais reduzem margem de segurança. Por outro lado, a remoção simultânea de ambos os dispositivos tende a criar um campo de jogo mais equilibrado. Logo, a transição fica mais previsível para quem compete.

O que a categoria pretende fazer

A direção de MotoGP já sinaliza que pretende acelerar a proibição do holeshot dianteiro. No entanto, não há confirmação pública de calendário final para a retirada do dispositivo frontal antes de 2027. Acosta sugere que a categoria considere um plano coordenado. Assim, garante-se segurança e evita-se desvantagem técnica para alguns pilotos.

Conclusão: necessidade de medidas coordenadas

Acosta conclui que a eliminação do holeshot dianteiro sem a retirada do dispositivo traseiro pode criar novas situações perigosas nas largadas. Portanto, ele pede cautela e planejamento à direção da MotoGP. Dessa forma, a mudança protege competidores e mantém a integridade das corridas.

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