O Hungaroring reestrutura a curva 1 durante a noite após pilotos relatarem ondulações logo após o primeiro dia de treinos. Equipes de pista realizam trabalhos de recapeamento em trechos selecionados. A intervenção ocorre para reduzir os solavancos que afetam a performance e a segurança.
Causas apontadas e histórico do asfalto
Fontes próximas ao circuito indicam que algumas áreas receberam nova camada de asfalto nos últimos dois anos. No entanto, o verão quente e seco provocou acomodação do subsolo. Essa acomodação intensifica as ondulações em pontos já sensíveis da pista. Dessa forma, a direção do circuito decidiu agir antes das próximas sessões.
Reação dos pilotos e das equipes
Pilotos manifestam preocupação com a irregularidade da superfície após a primeira sessão de treinos. As equipes reportam perda de aderência em trechos afetados. Além disso, técnicos avaliam que o recapeamento parcial oferece solução temporária. Logo, todos monitoram as condições para as atividades seguintes.
Impacto nas atividades do fim de semana
A organização do evento informa que as intervenções visam minimizar riscos sem alterar o cronograma. Operários trabalham de forma acelerada durante a noite para que a pista esteja pronta. Por outro lado, a correção parcial pode não resolver todos os pontos afetados de imediato. Ainda assim, a medida reduz as maiores irregularidades.
O que resta ser observado
Durante as próximas sessões, pilotos e engenheiros verificam o comportamento do carro nas áreas reparadas. Vale destacar que a estabilidade do subsolo depende também do clima. Caso surjam novas reclamações, a direção do circuito pode avaliar ações adicionais.
Em resumo, o Hungaroring realizou reparos noturnos na curva 1 após relatos de ondulações. A intervenção tenta recuperar trechos que passaram por acomodação do subsolo durante o verão, e a comunidade da Fórmula 1 acompanha os efeitos nas sessões seguintes.