Pedro Acosta afirmou que a KTM perdeu velocidade nas três primeiras etapas da temporada de MotoGP de 2026, observação feita em treinos e corridas iniciais.
Impacto do congelamento de motores
O congelamento das unidades de potência, acordado entre os fabricantes antes das novas regras técnicas, impediu atualizações de motor durante o inverno e limitou ganhos de velocidade pura.
Desenvolvimento possível em outras áreas
Apesar da limitação nas motorizações, as equipes ainda podem evoluir chassi, eletrônica, aerodinâmica e acerto de suspensão, buscando recuperar rendimento na pista.
Reação da KTM
Fontes ligadas à KTM indicam que o foco passou a ser afinar a aerodinâmica e o equilíbrio do conjunto, em vez de tentar extrair mais potência do motor congelado.
Consequências nas corridas
A perda de velocidade máxima afeta repasses em retas longas e defesa em curvas de saída; pilotos como Acosta sentem impacto direto na estratégia de corrida.
Alternativas estratégicas
Equipes podem adotar acertos que priorizem tração e estabilidade em frenagens, além de trabalhar software de gerenciamento de motor dentro dos limites permitidos.
Perspectiva para o restante da temporada
Com o motor fora de evolução, rivais que melhoraram aerodinâmica ou eletrônica podem abrir vantagem, mas a KTM busca mitigar perdas por meio de melhorias de conjunto.
Conclusão e próximos passos
A declaração de Pedro Acosta dizendo que a KTM perdeu velocidade abre debate sobre efeitos do congelamento de motores no grid e reforça a importância de desenvolvimento integrado em pistas onde o motor não pode ser mexido.