Liam Lawson diz que não há como comparar o atual RB22 com o carro que ele pilotou antes na Red Bull. O piloto reforça que cada máquina apresenta características próprias. Além disso, ele admite que se sentiu bem mais confortável ao volante do RB22 desde seu retorno ao grid.
Chamado de última hora e adaptação
O piloto do Racing Bulls foi chamado para assumir um cockpit da equipe principal no último fim de semana. Ele relata que a chamada exigiu adaptação rápida. Ainda assim, Lawson afirma que a resposta do carro facilitou a sua condução durante o fim de semana de prova.
Diferenças técnicas e sensação ao pilotar
Lawson explica que as diferenças entre os carros vão além da potência. Ele aponta mudanças no comportamento aerodinâmico e na resposta do conjunto. Por sua vez, essas diferenças alteram a sensação em curvas e na frenagem. Dessa forma, ele prefere não fazer uma comparação direta entre os modelos.
Conforto melhora desempenho
Para Lawson, sentir-se confortável no cockpit gera confiança para atacar voltas rápidas. Portanto, ele acredita que o maior conforto no RB22 contribuiu para suas decisões na pista. Consequentemente, o piloto demonstra otimismo sobre sua adaptação à equipe principal.
Expectativas para as próximas corridas
Lawson comenta que pretende manter a consistência nas próximas etapas. Ele diz que vai trabalhar com os engenheiros para entender melhor o comportamento do RB22. Assim, espera extrair ainda mais rendimento do carro nas futuras corridas.
Em suma, Liam Lawson reconhece que não dá para comparar carros de épocas diferentes, mas afirma que o RB22 lhe trouxe maior conforto e confiança na pista. Ele conclui que essa sensação representa um passo importante em sua trajetória na Fórmula 1.