A Mercedes usa ordens de equipe durante o GP da Holanda para favorecer George Russell em Zandvoort. Andrew Shovlin, diretor de engenharia em pista, confirma a estratégia. A intervenção ocorre nas voltas finais, após a neutralização virtual da volta 55 de 72. Dessa forma, a equipe otimiza suas chances na classificação final.
Detalhes da manobra
O pedido para que Russell deixe Kimi Antonelli passar chega tardiamente na prova. Antonelli lidera a maior parte da corrida e entra para trocar pneus. Em seguida, a Mercedes avalia a situação e promove a mudança de posições. Assim, Russell assegura o terceiro lugar no pódio.
Reação da equipe e impacto na corrida
Shovlin justifica a decisão como escolha estratégica da equipe. Ele afirma que a troca de pneus de Antonelli e o momento do Virtual Safety Car influenciam a ordem. Por sua vez, a ação garante pontos importantes para o time. Consequentemente, a Mercedes protege seus interesses no campeonato.
Implicações esportivas
A aplicação de ordens de equipe gera debates entre torcedores e especialistas. Ainda assim, as equipes costumam agir para maximizar o resultado coletivo. Vale destacar que a confirmação veio diretamente da engenharia em pista. Logo, a série de decisões revela como a tática afeta o desfecho das corridas.
Próximos passos
A Mercedes segue avaliando sua estratégia para as próximas etapas. A equipe mantém foco no desenvolvimento do carro e na gestão dos pilotos. Dessa forma, o episódio em Zandvoort entra no histórico de escolhas táticas da escuderia.
Por fim, a declaração de Shovlin esclarece a ação da Mercedes e confirma que a ordem de equipe desempenha papel direto no resultado final do GP da Holanda.