Na tarde de quinta-feira anterior ao Grande Prêmio do Japão, Jack Miller conversa com a imprensa como de costume. Ele responde a perguntas sobre a alocação de pneus feita pela Michelin para o fim de semana em Motegi. A equipe e os pilotos recebem informações oficiais antes de iniciarem as atividades na pista.
Opções de compostos detalhadas
A Michelin fornece três opções para pista seca: os compostos soft, medium e hard. Vale destacar que o composto hard apresenta uma carcaça mais rígida. Dessa forma, os pilotos avaliam desempenho, degradação e janela de temperatura antes de definir a estratégia.
Implicações da carcaça mais rígida
A carcaça mais rígida no pneu hard tende a alterar sensações de frente e traseira. Por sua vez, esse detalhe influencia a escolha de acerto do chassi e a abordagem de pilotagem. Portanto, equipes e pilotos testam as peças para entender o comportamento ao longo das sessões.
Preparação para o fim de semana
Os pilotos usam os treinos livres para comparar os três compostos. Assim, eles determinam qual alternativa entrega melhor combinação entre aderência e durabilidade. Logo, a escolha final para classificação e corrida depende dos dados coletados em pista.
Expectativa para Motegi
O circuito de Motegi exige equilíbrio entre tração e estabilidade nas frenagens. Por isso, a alocação de compostos gera debates entre engenheiros e pilotos. Ainda assim, a decisão final passa pela análise dos tempos por volta e pela consistência de cada composto.
Por fim, Miller participa de sessões preparatórias e contribui com feedback técnico sobre os pneus. Consequentemente, a informação que ele e outros pilotos oferecem ajuda a equipe a traçar a melhor estratégia para o Grande Prêmio do Japão.