Pedro Acosta afirma que a KTM deu passos para trás no Grande Prêmio de San Marino. O piloto espanhol descreve a situação como “aterrorizante” diante da vantagem de Aprilia e Ducati.
Perda de ritmo após boa atuação em Aragão
Acosta venceu respeito ao desafiar Marc Márquez em Aragão. Contudo, em Misano ele sofre com falta de velocidade tanto no treino classificatório quanto na corrida. A diferença para os líderes preocupa o piloto.
O que Acosta aponta
O piloto destaca que a moto não evolui nas áreas que mais importam. Além disso, ele nota que a concorrência acelera em termos de velocidade de ponta e estabilidade. Dessa forma, a KTM fica atrás em desempenho.
Impacto para a equipe
A afirmação de Acosta revela tensão interna na KTM. A equipe precisa responder com ajustes e atualizações. Caso contrário, os resultados devem continuar abaixo do esperado neste estágio da temporada.
Contexto da temporada
No início da prova em Misano, as sensações já indicavam dificuldades. Por sua vez, as equipes rivais mostram soluções efetivas para extrair velocidade das motos. Consequentemente, a lacuna entre Acosta e os líderes aumenta.
Repercussão entre rivais e torcida
Rivais observam o cenário e ajustam estratégias. Ainda assim, fãs esperam reação rápida da KTM. Logo, a pressão recai sobre engenheiros e chefes de equipe para recuperar competitividade.
Próximos passos
A KTM deve anunciar mudanças para as próximas etapas. Por outro lado, Acosta continua focado em extrair o máximo da moto. Assim, o desenvolvimento nas próximas corridas será decisivo para sua recuperação.
De forma geral, a declaração de Pedro Acosta coloca a KTM em alerta e força a marca a acelerar o desenvolvimento para reduzir a diferença para Aprilia e Ducati.