A Mercedes ainda tenta entender por que George Russell sofre mais com a perda de energia no GP da Bélgica. A equipe investiga o problema apesar de o piloto ter ajustado seu estilo de pilotagem. Dessa forma, a escuderia procura identificar causas técnicas e operacionais.
Russell perde tempo nas retas e equipe fica intrigada
Russell continuou a perder tempo para seu companheiro nas retas. A falta de implantação de energia reduziu a velocidade final em trechos sensíveis ao motor. Por isso, o time dedicou recursos a analisar dados de telemetria e mapas de potência.
Contexto e efeitos na performance
O problema já se manifesta em circuitos que exigem gerenciamento de energia. Assim, a perda de energia compromete a velocidade máxima e a competitividade nas retas longas. Vale destacar que o efeito concentra-se na entrega de potência no momento de aceleração.
Procedimentos da equipe e próximos passos
A Mercedes examina diferenças entre os dois carros e busca variáveis que expliquem a discrepância. Consequentemente, engenheiros comparam sensores, configurações de ERS e estratégias de uso da bateria. Logo, a equipe pretende aplicar ajustes em provas seguintes.
Repercussão entre pilotos e engenharia
O lado do box de Russell manifestou estranheza diante da falta de implantação de energia. Por sua vez, o companheiro teve desempenho superior nas retas. Assim, o contraste leva a questionamentos sobre configuração de caixa de mudanças e mapeamento eletrônico.
Impacto no campeonato e conclusão
A investigação assume importância para a sequência da temporada, já que circuitos futuros podem exigir o mesmo controle de energia. Portanto, resolver a perda de energia de Russell ganha prioridade dentro da equipe. A Mercedes segue trabalhando para restaurar a igualdade de performance entre seus carros.