A McLaren afirma que o déficit de Oscar Piastri para Lando Norris não tem relação com a pilotagem. A equipe aponta que as diferenças decorrem dos algoritmos da unidade de potência. Dessa forma, a equipe investiga o comportamento eletrônico que regula o motor.
O que ocorreu em Spa-Francorchamps
Piastri largou na classificação dois décimos atrás de Norris em Spa-Francorchamps. A diferença concentrou-se quase totalmente na reta entre Stavelot e a chicane do Bus Stop. Assim, a perda apareceu durante a fase de derating, quando os carros reduzem carga no motor.
Análise técnica e implicações
A equipe observa que o ajuste do software de gestão do motor altera o desempenho nas retas. Portanto, a McLaren investiga o papel dos algoritmos na entrega de potência. Vale destacar que a medição mostrou que o tempo perdido ocorreu em alta velocidade e não em setores lentos.
Próximos passos da equipe
McLaren confirma que técnicos e engenheiros trabalham para ajustar os parâmetros eletrônicos. Consequentemente, a equipe busca equilibrar a entrega de potência entre seus dois pilotos. Por sua vez, os engenheiros avaliam logs para entender variações entre carros.
Impacto esportivo
Essa diferença afeta a competitividade em circuitos com longas retas. Logo, resolver a questão pode alterar os resultados em treinos e corridas. Ainda assim, a McLaren mantém foco em ajustes rápidos e em minimizar o impacto nas próximas etapas.
Em resumo, a equipe acredita que a solução passa pelo software da unidade de potência e não pela pilotagem de Piastri, e seguirá trabalhando para corrigir a discrepância entre os carros.