Marc Marquez vence em Motegi e reconhece que o pneu duro dominou a prova. O campeão afirma que o composto com carcaça reforçada ofereceu melhor estabilidade na corrida. Além disso, ele sugere que a opção teria ajudado até na classificação.
Pilotos lamentam testes tardios
Vários pilotos admitem que subestimaram o pneu duro durante o fim de semana. Eles explicam que priorizaram compostos mais macios nas sessões iniciais. Consequentemente, perderam dados importantes para ajustar a moto. Portanto, a maioria só avaliou o duro como plano B.
Impacto tático nas equipes
As equipes basearam estratégia nas temperaturas e na aderência previsível. No entanto, a performance do duro alterou planos. Os times recalcularam parciais e consumo de pneus para a corrida. Dessa forma, a escolha do composto influenciou desgaste e ritmo de prova.
Lições para próximas etapas
Os engenheiros já registram a lição de Motegi. Eles planejam testar o pneu duro mais cedo em futuros fins de semana. Logo, as sessões livres devem incluir simulações de corrida com todas as opções. Assim, as equipes evitam surpresas táticas.
Conclusão
O GP do Japão mostra que a escolha do pneu define resultados. Marquez vence e confirma a importância da opção correta. Por sua vez, outras equipes aprendem que testar alternativas cedo evita decisões arriscadas nas fases decisivas do evento.