Pierre Gasly prevê que o GP do Canadá pode virar um jogo de eliminação se chover, porque os pneus de chuva apresentam desempenho instável. Ele observa que muitos pilotos expressam preocupação com os compostos molhados e com a janela de funcionamento.
Problemas de aquecimento e desempenho
Os pilotos notam que os pneus de chuva exigem uma segunda volta de aquecimento mesmo em pista seca. Essa necessidade aumenta o risco estratégico, portanto as equipes devem ajustar as voltas de preparação. Além disso, a falta de carregamento pesado nos pneus favorece desgaste distinto nas curvas de Montreal.
Pista de Montreal e comportamento dos pneus
A maioria das curvas de Montreal não gera grande carregamento lateral, logo os pneus de chuva não entram na janela ideal com facilidade. Dessa forma, os pilotos registram temperaturas abaixo do esperado e perdem aderência em trechos críticos. Vale destacar que essa combinação torna a corrida imprevisível.
Consequências para a corrida
Se a chuva aparecer, Gasly afirma que acidentes e erros poderão eliminar concorrentes. Assim, as equipes devem priorizar acertos que facilitem a gestão dos pneus de chuva. Os pilotos, por sua vez, precisam cuidar do esforço de aquecimento para evitar surpresas nas relargadas.
Atenção às estratégias
As estratégias ganham peso maior sob chuva, portanto quem conseguir colocar os pneus de chuva na janela ideal terá vantagem. Ainda assim, a condição da pista pode mudar rapidamente, logo engenheiros e pilotos devem permanecer atentos às variações de aderência.
Expectativa para o fim de semana
Gasly e outros pilotos mantêm cautela nas entrevistas, porque a combinação de compostos e desenho do circuito pode decidir o resultado. Por outro lado, as equipes monitoram dados de aquecimento e desgaste para ajustar mapas de corrida. Consequentemente, o GP do Canadá pode se mostrar uma prova de sobrevivência para quem souber gerenciar os pneus de chuva.