George Russell toma a decisão de usar um v6 novo para o GP da Hungria. A equipe indica vazamento de água ocorrido durante a sessão classificatória. Ainda assim, Russell conserva a sétima posição no grid de largada.
Desempenho na classificação
Russell larga em sétimo depois de uma classificação em que fica distante dos ponteiros. Kimi Antonelli, companheiro de equipe, também aparece fora do ritmo. A Mercedes enfrenta dificuldades para controlar a temperatura dos pneus, o que prejudica o desempenho.
Problema na segunda volta
Russell sofre com uma segunda volta comprometida na sessão classificatória. A volta é arruinada por problemas que a equipe identifica como ligados ao vazamento. Dessa forma, a volta não permite melhor conquista de posição.
Impacto para a corrida
A troca para um motor v6 novo entra dentro das possibilidades regulamentares e evita risco de falha durante a prova. Assim, a equipe tenta minimizar perda de desempenho na largada e nas primeiras voltas. Ainda assim, a Mercedes precisa resolver a gestão de temperatura dos pneus para melhorar ritmo.
Contexto da equipe
A Mercedes observa que a sessão classificatória expõe fragilidade no ajuste de pneus. Por sua vez, os engenheiros trabalham para ajustar a configuração antes da corrida. Vale destacar que a manutenção preventiva do motor busca garantir confiabilidade no Hungaroring.
Expectativa para a prova
Russell parte em sétimo e deve buscar ultrapassagens desde o início. A equipe foca em estratégia de pneus e ritmo de corrida para recuperar posições. Consequentemente, a largada e as primeiras voltas ganham importância para o resultado final.
Por fim, a troca do v6 novo dá a Russell chance de competir sem risco iminente de falha, e a Mercedes precisa encontrar soluções imediatas para as temperaturas de pneus.