A sessão de sexta-feira para o GP do Bahrein apresenta diferenças notáveis em relação ao previsto. Os tempos de volta ficam quatro segundos e meio mais lentos em função do piso ruim. Além disso, a Mercedes não impressiona como muitos esperavam. Dessa forma, equipes e pilotos adaptam seus planos.
Impacto do piso e leituras das equipes
O piso irregular do circuito reduz a aderência e aumenta os tempos de volta. Consequentemente, os pneus sofrem mais degradação. Equipes relatam que a superfície exige ajustes de acerto e gerenciamento de pneus. Por sua vez, os cronômetros mostram uma variação clara entre o esperado e o realizado.
Planos de corrida e estratégias fora do comum
Os planos de corrida saem da rotina habitual. As equipes testam configurações alternativas para lidar com o piso. Logo, os programas de corrida passam a incluir simulações atípicas de longa duração. Ainda assim, as ações buscam produzir dados úteis para o restante do fim de semana.
O caso de Max Verstappen
Max Verstappen segue com um plano de corrida diferente do habitual. Normalmente, pilotos completam um programa de qualificação padrão na sexta-feira. No entanto, Verstappen recebe instruções para focar em uma sequência de voltas específica. Portanto, a equipe busca avaliar comportamento do carro em condições menos previsíveis.
Consequências para a classificação e para o domingo
Os dados coletados nesta sexta-feira podem alterar o prognóstico para a classificação. Assim, equipes que se adaptam mais rápido ao piso irregular podem ganhar vantagem. Por outro lado, quem enfrenta dificuldades de acerto corre o risco de chegar à classificação com menos informação útil.
Fechamento da primeira jornada
A sexta-feira do GP do Bahrein termina com mais perguntas do que respostas. As equipes levam os resultados para os engenheiros e para a garagem. Portanto, o sábado ganha peso decisivo na definição de estratégias finais. Vale destacar que o comportamento do piso seguirá como fator determinante durante o fim de semana.