O diretor da equipe Williams, James Vowles, anuncia que a equipe leva para o GP do Azerbaijão um carro quase totalmente novo. Vowles explica que a versão será visivelmente diferente do FW48 atual. A equipe base em Grove concentra esforço no desenvolvimento e na redução de peso.
Motivos da reformulação
A Williams sofreu com um início de temporada abaixo do esperado. O carro do ano anterior chegou tarde e pesado. Por isso, a equipe priorizou o trabalho para 2026 no ano passado e atrasou melhorias para 2024. Consequentemente, a resposta nas pistas ficou limitada.
O que muda no novo carro
Vowles afirma que a alteração abrange quase todas as áreas do monolugar. A equipe foca em aerodinâmica e no equilíbrio do chassis, além de buscar redução de massa. Assim, os engenheiros tentam recuperar desempenho por meio de soluções que melhorem estabilidade e velocidade em reta.
Planejamento e expectativas
A Williams segue um cronograma até o final de setembro. A equipe valida os componentes em túnel de vento e em simulações. Além disso, os pilotos contribuem com feedbacks técnicos durante os testes. Dessa forma, a equipe espera ver ganhos claros já nas ruas de Baku.
Impacto no campeonato
A mudança visa melhorar a competitividade imediata da Williams. A equipe busca avançar posições no pelotão médio e somar pontos com regularidade. Vale destacar que a concorrência também atualiza seus carros, portanto a disputa segue acirrada.
Próximos passos
A Williams prepara a introdução do novo monolugar no fim de setembro. Em seguida, a equipe observa o comportamento do carro nas sessões do fim de semana do GP do Azerbaijão. Assim, a equipe avaliará ajustes para as corridas seguintes e para o desenvolvimento de 2026.
Por fim, Vowles reforça o compromisso da Williams com a recuperação técnica e desportiva. A equipe trabalha para reduzir o deficit de performance e retomar a trajetória ascendente na Fórmula 1.